sexta-feira, 1 de setembro de 2017

No ápice, o homem fica pasmo !

No ápice, o homem fica pasmo!
Ele é, no ápice, o próprio Deus.
É a ausência e o sono.
A dialética do eu
e da totalidade
se resolve em minha exasperação.
A negação do eu na medida em que
se acredita obrigado a se confundir com a totalidade
é a base dessa dialética.
Seu movimento quer que nela
seu próprio questionamento
substitua o ser posto em questão:
ela substitui Deus.
Posta em questão a totalidade,
subsistindo apenas o questionamento,
o que é posto em questão dessa maneira
]não pode mais receber nome que o defina.
A colocação em questão
permanece um feito do ser isolado
mas aquilo que, em primeiro lugar,
é posto em questão
é o próprio ser isolado.

K.M.

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