Para o mundo: Minas, Rio, Japão
Aparecia enfeitada, eram
correntes, pulseiras, anéis;
dedos, pulsos, pescoço girando
circun(e)voluindo
espiralando jóias
brilhante genuína,
fazendo do amanhã o fruto
do agora inventado,
sem seguro para quando
nem futuro acabado.
Sonho sem temor,
rio sem pedras que ensina:
o tormento , a impaciência
E alguma vez ternura, ou violência
de que às vezes tornam-se capazes
(todo mundo busca igual)
Agora
pedindo socorro
adiante
diante do nada
tudo diante
importante aprender a nadar
cada um faz o que pode, sente
desde o começo sem fundo
cada um é um palpite tênue
mas a batalha é permanente;
batalha de quem sente,
sabe e quer ir ao fundo
O Coletivo tbm é permanente
cada um é feito um mundo
um trilho
um brilho
o exílio
o idílio
Queria que lembrassem assim
Nenhum comentário:
Postar um comentário