''No verso me reúno. me instituo
em claras tramas ou difusas,
não importa, o que importa:
é o que divulgo, o que de vulgo
e único a mim mesmo restituo.
Primeiro vivo, experimento,
depois pelo poema, me concentro.
enquanto ajo no dia a dia,
ajo e recuo,
mas voltando ao poema aí eu me situo.
Primeiro a vida, o fuso, o gozo, o expor-se
o impor quase. Depois o crivo, o cravo,
o amargo travo, do que era vida e agora
é árido, do que era alto
e agora é trato, do que era flor
ou edema
e agora é poema
Affonso Roma no de Santa
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