A chance joga os seres em conjunções
onde, dois a dois, por vezes sonham,
agem, amam, se execram, se dominam.
Um homem , antes da conjunção
esquece-se de si mesmo , atraído
pelo ser amado. Como chuva ou raio
suspensos, calhando nessa conjunção.
Num sacrifício, a má chance
consome a chance tempestuosamente.
Marca o operador com o sinal nefasto
tornando-o sagrado. O sacrificiante
empregando a má-chance para os fins
de uma chance. Uma consumação da chance
pela má chance é por vez chance
na origem e no resultado.
K.M.
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